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    terça-feira, 29 de setembro de 2009

    "Vamos Botar Água no Feijão..."


    “Mulher
    Você vai gostar
    Tô levando uns amigos pra conversar
    Eles vão com uma fome que nem me contem
    Eles vão com uma sede de anteontem
    Salta cerveja estupidamente gelada prum batalhão
    E vamos botar água no feijão

    Mulher
    Não vá se afobar
    Não tem que pôr a mesa, nem dá lugar
    Ponha os pratos no chão, e o chão tá posto
    E prepare as lingüiças pro tiragosto
    Uca, açúcar, cumbuca de gelo, limão
    E vamos botar água no feijão

    Mulher
    Você vai fritar
    Um montão de torresmo pra acompanhar
    Arroz branco, farofa e a malagueta
    A laranja-bahia ou da seleta
    Joga o paio, carne seca, toucinho no caldeirão
    E vamos botar água no feijão

    Mulher
    Depois de salgar
    Faça um bom refogado, que é pra engrossar
    Aproveite a gordura da frigideira
    Pra melhor temperar a couve mineira
    Diz que tá dura, pendura a fatura no nosso irmão
    E vamos botar água no feijão”


    Assim como sua diversidade agraciada às terras tupiniquins, é o fato notório de sermos os únicos à trabalhar o feijão como um alimento salgado, diferentemente do resto do mundo que o prepara com açúcar! Isso é bem verdade, lembremos do famoso bolinho de feijão japonês, ou dos chili beans (mexicano) que apesar de forte na pimenta é preparado com açúcar, e até mesmo o pastel português, feito com o feijão doce!

    Está presente democraticamente na mesa do mais abastado e do mais humilde brasileiro. Reservadas as devidas proporções, obviamente.

    O prato "feijão com arroz" (ou "arroz com feijão") é um dos mais típicos dos lares brasileiros, acompanhado com alguma "mistura" (nome comum no estado de São Paulo para qualquer coisa que se coma com arroz com feijão, como, por exemplo, bife ou batata frita).

    Outro grande compositor brasileiro à tratar desse alimento, é o nosso Zéca Pagodinho, quem nunca ouviu dizer do famoso “Feijão da Dona Neném”, igualmente Martinho da Vila também levou para a universalidade musical nossos “quitutes”. Tudo isso, para ilustrarmos o quão importante e delicioso e, porquê não, imprescindível no prato do brasileiro.

    Digo isso até por próprio testemunho, afinal, meu irmão Wilson, já chegou à dizer que independentemente do que ele vá comer em sua refeição, deve vir acompanhado de arroz e feijão (risos).

    Fonte de ferro e de carboidrato, apontado por alguns como vilão nos processos de ganho de peso corporal, e injustamente banido nas dietas, o fato é que o feijão é fundamental na formação da dieta equilibrada, lembremos que a OMS (Organização Mundial da Saúde) por vezes elogiou o prato colorido do brasileiro, citando sempre a presença deste ingrediente.

    Outro benefício do consumo em quantidades de média à alta de feijão, está sendo associado à diminuição no desenvolvimento de doenças como o diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e até mesmo neoplasias. Acredita-se que esse efeito benéfico do consumo do feijão é devido à presença de metabólitos secundários nessa leguminosa, os fitoquímicos, sendo os que presentes em maiores concentrações os compostos fenólicos e os flavonóides (também presentes no vinho).

    Falo da Feijoada! Citado por 9 entre 10 brasileiro quando perguntado sobre um sabor que lembra o nosso país.

    Feijão é um nome comum para uma grande variedade de sementes de plantas de alguns gêneros da família Fabaceae (anteriormente, Leguminosae). O seu cultivo é bastante antigo. Há referências a ele na Grécia antiga e no Império romano, onde feijões eram utilizados para votar (um feijão branco significava sim, e um feijão preto significava não).

    Feijoada, feijão tropeiro, baião-de-dois, tutu-de-feijão, virado de feijão, caldinho de feijão, minestra, feijão gordo, dobradinha, etc., inúmeros são os ícones regionais, desde Goiânia, Matogrosso, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, sem deixarmos de mencionar Bahia, e os outros estados Nordestinos (perdoem-me se por ignorância, deixei de citar outras localidades que têm um prato reconhecidamente local que tenha o feijão como principal ator).

    Lembro-me de uma frase que ouvi quando ainda criança, por isso não citarei a fonte por desconhecê-la, que diz: “um povo é aquilo o que come”. Sob essa hermenêutica, somos riquíssimos!

    Recebemos seus conhecimentos, cedemos nossos insumos (ingredientes) locais e com uma visão bem peculiar, fizemos à nossa maneira clássicos globais.

    Temos, por essa analogia, o direito ao título de “País Gastronômico-Contemporâneo” por direito! E para celebrarmos tudo isso, nada melhor que fazermos um verdadeiro jantar/almoço brasileiro.

    Brindemos, comemoremos nosso patrimônio cultural com o cardápio à seguir:

    Entrada:
    Salada de folhas verdes, Brotos e Vinagrete de Rapadura.
    Minestra

    Harmonização: Vinho Salton Volpi Merlot

    Pratos:
    Arroz Carreteiro
    Feijão Tropeiro
    Bisteca de Porco com Pamonha Ousada (salgada e com pimenta)

    Harmonização: Vila Francioni Joaquim 2007

    Sobremesa:
    Arroz Doce à Imperatriz

    Harmonização: Vinícola Aurora Colheita Tardia 2008

    ***** Receitas *****

    Salada de Folhas Verdes, Brotos e Vinagrete de Rapadura


    Ingredientes:
    Alface Crespa
    Alface Romana
    Alface Americana
    Broto de Bambu
    Broto de Feijão
    Feijão Branco
    Tomates Cereja
    Salsinha
    Cebolinha
    1 xícara de chá de Rapadura quebrada grosseiramente
    3 colheres de sopa de Vinagre de Vinho Branco
    1 limão cravo
    1 colher de sopa de Azeite extravirgem
    Sal (a gosto)

    Preparo:
    Lave as alfaces, os brotos, o tomate cereja e coloque-os em uma solução desinfetante (água e hipoclorito de sódio) por 15 minutos, repasse sob água corrente, seque e reserve.

    Cozinhe o feijão branco “ao dente”, escorra e reserve.

    Monte a salada dispondo na seguinte ordem:
    Comece próximo da borda do prato, primeiramente com a folha de alface crespa, feche um círculo, sobre esta, faça o mesmo com a alface romana, rasgue com as mãos as folhas de alface americana e coloque-as sobre as folhas de alface romana. Note que ao centro do prato ficou um “vazio”, mantenha esse vazio, nele poremos os brotos.

    Numa tigela redonda (bowl), misture os brotos de bambu e feijão com as mãos, a salsinha picada, a cebolinha picada, o feijão branco e os tomates-cereja. Meça um “punhado” com a mão, coloque ao centro do prato, torcendo-o levemente para ficar enformado e com cuidado para não desarrumar as folhas de alface.

    Prepare uma emulsão com o vinagre, o azeite, o sal, o suco de 1 limão cravo, misture bem e una a rapadura quebrada com as mãos.

    Regue a salada com o vinagrete e sirva imediatamente.

    Minestra

    Ingredientes:
    1 xícara de chá de Feijão carioquinha cozido
    1 xícara de chá de Macarrão Padre-Nosso
    4 Batatas Bintje médias (cozidas e picadas)
    Sal
    Pimenta-do-reino

    Preparo:
    Bata o feijão cozido no liquidificador, peneire e reserve o caldo. Descasque as batatas, pique-as em quadrados e leve para cozinhar na água com sal. Reserve.

    Cozinhe ao dente um pouco do macarrão e reserve.

    Na mesma panela, coloque o caldo de feijão, a batata já picada, cozida e escorrida, o macarrão já cozido e escorrido. Deixe cozinharem por 10 minutos, corrija o tempero com sal e pimenta-do-reino a gosto.

    Sirva imediatamente com fatias de pão italiano.

    Arroz Carreteiro

    Ingredientes:
    2 xícaras de Arroz Agulhinha
    3 dentes de Alho picado
    4 colheres de sopa Óleo de arroz (ou o que preferir)
    Sal a gosto
    5 xícaras de chá Água
    Carne seca

    Preparo:
    Dessalgue a carne seca, para isso, ferva a água e deixe a carne em molho, troque essa água à cada 30 minutos por pelo menos 7 vezes. Após isso, cozinhe a carne por 40 minutos à 1 hora. Desfie-a ainda quente e reserve.

    Leve à panela o óleo de arroz, e quando quente, adicione o alho, mexa sempre para que não queime, acrescente o arroz (sem lavar), sele-o no óleo. Após, acrescente a água fervida e cozinhe sem tampa. Importante, para que ele não grude, não mexa, deixe que cozinhe em fogo médio destampado e sem virá-lo. Quando secar, solte imediatamente com um garfo de dois dentes (tipo o de preparo de churrasco). Misture a carne seca desfiada e reserve.

    Feijão Tropeiro

    Ingredientes:
    500g de Feijão de carioquinha cozido ao dente
    200g Bacon Picado
    200g Linguiça Calabresa picada
    100g de cebola picada brunoise
    6 ovos cozidos
    ½ xícara de chá de Farinha de milho
    1 maço de Cheiro-verde
    Sal
    Pimenta dedo-de-moça
    Pimenta-do-reino

    Preparo:
    Cozinhe o feijão ao dente (cerca de 10 minutos), escorra e reserve. Pique o Bacon em cubos, assim como a linguiça calabresa. Refogue separadamente o bacon e a linguiça. Reserve.

    Doure a cebola, junte o bacon frito, a calabresa frita, o feijão cozido e a farinha de milho. Tempere com a pimenta dedo-de-moça. Corrija o tempero.

    Misture delicadamente, para não quebrar o feijão. Coloque os ovos cozidos e picados, espalhe o cheiro-verde por cima, prove e corrija o tempero. Sirva imediatamente.

    Bisteca de Porco com Pamonha Ousada.

    Ingredientes:
    4 bistecas suínas
    Sal
    Pimenta-do-reino
    3kg de Milho-verde
    Creme de leite fresco
    Açúcar mascavo
    Palha de milho (para decorar)
    Pimenta dedo-de-moça

    Preparo:
    Rale o milho, filtre num coador de pano e reserve o caldo obtido. Misture o açúcar e o creme de leite. Nelas, serão colocadas o creme obtido junto com um pedaço da pimenta dedo-de-moça (sem as sementes), leve tudo ao fogo brando e deixe cozinhar, mexendo sempre para que não queime e nem empelote (afinal o milho é rico em amido). Depois de 5 minutos cozendo, despeje em uma vasilha e leve à geladeira.

    Tempere as bistecas com sal e pimenta, grelhe e reserve.

    Montagem do prato:
    Sirva as bistecas acompanhadas de uma trouxinha de pamonha.

    Arroz-Doce à Imperatriz

    Ingredientes:
    125g de frutas cristalizadas
    70ml de rum
    1 litro de leite
    2 colheres de café de essência de baunilha
    uma pitada de sal
    25g de manteiga
    250g de arroz arbóreo
    150g de açúcar
    1 folha de gelatina sem sabor
    500ml de creme inglês
    250ml de chantilly
    1 colher de sobremesa de açúcar
    Cerejas em calda

    Preparo:
    Coloque as frutas cristalizadas de molho no rum.

    Aqueça o leite em uma panela com uma colher de café de essência de baunilha, o sal e a manteiga.

    Em outra panela, ferva um litro d´água. Despeje o arroz aos poucos, cozinhe por 2 minutos. Escorra-o e coloque-o no leite fervente. Baixe o fogo e cozinhe no fogo brando por 20 minutos, ou até que o arroz amoleça.

    Acrescente o açúcar e deixe que ele cozinhe por mais 5 minutos. Acrescente as frutas e o rum da maceração misture bem e deixe esfriar.

    Mergulhe a gelatina em um pouco de água fria.

    Misture ao arroz a gelatina, o creme inglês e o chantilly, delicadamente. Coloque essa mistura em forminhas individuais e leve à geladeira por 3 ou 4 horas.

    Decore cada forminha com uma cereja em calda e sirva imediatamente.

    quinta-feira, 9 de abril de 2009

    Cultura

    Momento poético... Quando a Gastronomia vira música...

    Abaixo o link para o clipe de Djavan - Farinha.

    http://www.youtube.com/watch?v=T5gODGl5ANc

    Farinha:

    A farinha é feita de uma planta da família das
    euforbiáceas, euforbiáceas
    de nome manihot utlíssima que um tio meu apelidou de macaxeira
    e foi aí que todo mundo achou melhor!...
    a farinha tá no sangue do nordestino
    eu já sei desde menino o que ela pode dar
    e tem da grossa, tem da fina se não tem da quebradinha
    vou na vizinha pegar pra fazer pirão ou mingau
    farinha com feijão é animal!
    o cabra que não tem eira nem beira
    lá no fundo do quintal tem um pé de macaxeira
    a macaxeira é popular é macaxeira pr`ali, macaxeira pra cá
    e em tudo que é farinhada a macaxeira tá
    você não sabe o que é farinha boa
    Farinha é a que a mãe me manda lá de Alagoas

    terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

    Finalmente fora do LIMBO!


    Olá, amigo Gastrófilo.

    Finalmente, após um período conturbado estamos devolta, retomando a vida deste blog, pois, a final de contas, nem apenas de problemas vive um blogueiro... hehehehe... mas, também de prazeres, de experiências sensoriais das mais incríveis, das quais quero continuar compartilhando com todos vocês e que gostaria muitíssimo que todos vocês colaborassem com este blog!

    Afinal, nosso espaço é democrático, sem qualquer preconceito (essência desse blogueiro, diga-se de passagem), temos lugar para o foie grais e também para a santa coxinha de frango do dia-a-dia! (e que perdoem-me os gastrônomos de plantão, mas, não resito à uma coxinha saturada de óleo!!! hummmm).

    Portanto, se você, amigo entusiasta do sabor, tiver um "causo" interessante que gostaria de dividir conosco, ou uma receita de família, ou uma dica culinária e/ou indicação de um lugar para irmos saborear um quitute ou prato, ou ainda criticar esse blog e seu blogueiro, amigo, A CASA É SUA! Fique à vontade!!! Envie sua colaboração para o e-mail: chef_bueno@hotmail.com, ou danilo_pessoal@hotmail.com que publicaremos imediatamente!!!

    Então, vamos voltar celebrando o sabor, o prazer da recepção de nossos convidados, ergamos um brinde à nova etapa que se inicia! Salute!

    Lembre-se, aguardo por sua participação.

    Saborosos abraços.

    Chef Danilo Bueno

    sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

    Romã - Curiosidades


    Segundo pesquisadores russos, a romãzeira provém do centro do Oriente Próximo, que inclui o interior da Ásia Menor, a Transcaucásia, o Irã e as terras altas do Turcomenistão, junto com outras plantas frutíferas como a figueira, macieira, pereira, marmeleiro, cerejeira, amendoeira, avelaneira e castanheira.
    A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos, está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois se acreditava em seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo quando sempre acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.
    Quando os judeus chegaram à terra prometida, após abandonarem o Egito, os 12 espias que foram enviados para aquele lugar voltaram carregando romãs e outros frutos como amostras da fertilidade da terra que Jeová (Deus) prometera. Ela estava presente nos jardins do Rei Salomão. Foi cultivada na antiguidade pelos fenícios, gregos e egípcios. Em Roma, a romã era considerada nas cerimônias e nos cultos como símbolo de ordem, riqueza e fecundidade.
    Os semitas a chamavam de “rimmon”, para os árabes era conhecida como “rumman”, e mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou “roman”. Na Idade Média a romã era freqüentemente considerada como um fruto cortês e sanguíneo, aparecendo também nos contos e fábulas de muitos países. Os povos árabes salientavam os poderes medicinais dos seus frutos e como alimento.
    Tanto a planta, como o fruto, têm sido utilizados em residências ou em banquetes pelo efeito decorativo das suas flores e dos seus frutos, além do seu uso como cerca viva e planta ornamental. Segundo uma antiga crença popular, se você levar na carteira três sementes de romã, "dinheiro nunca há de lhe faltar".
    São famosas as romãs da Provença, de Malta, da Espanha, na Itália. O seu cultivo é realizado em mais de 100 países do mundo. Dos países do Mediterrâneo, atravessou o Atlântico e acabou aportando no Brasil. Neste país a planta encontrou todas as condições favoráveis para um crescimento vegetativo, florescimento, frutificação e produção de frutos de primeira qualidade. O seu maior interesse no mundo está no seu cultivo para o consumo como fruta fresca. Também tem a sua aplicação em clínicas especializadas no campo da medicina moderna e para receitas especializadas.

    A Espanha é um dos mais importantes países produtores do mundo e o maior produtor e exportador do mercado comum europeu. A Turquia com 60.000 toneladas e a Tunísia com 55.000 toneladas são grandes produtores mundiais, mas nestes dois países existe um sistema de cultivo menos intensivo e menos especializado quando comparado com o cultivo na Espanha e com uma rede de comercialização pouco desenvolvida, com apenas 2 a 7% de exportação da sua produção total.
    Tradicionalmente o Reino Unido tem sido o principal comprador de romã da Espanha e os seus frutos destinando-se fundamentalmente para o seu consumo ao natural e especialmente nas zonas de mineração da Inglaterra, devido às suas propriedades benéficas frente à contaminação de metais pesados.
    Entre os principais países importadores estava em primeiro lugar a Inglaterra que absorvia os frutos de calibres pequenos, em segundo lugar, a França que queria os frutos de grande calibre e em terceiro lugar a Itália que nos últimos anos estava aumentando muito a quantidade importada de romãs da Espanha. Em quarta posição encontram-se os países árabes que aceitavam frutos de qualidade um pouco inferior e que representam uma grande importância para a Espanha para poder descongestionar bastante o resto dos mercados e evitar uma oferta excessiva de frutos.
    Fonte: Wikipedia

    quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

    VIRADO À PAULISTA

    Atendendo a pedidos, segue a receita dop Virado à Paulista, um clássico do Sudeste Brasileiro.

    3 xícaras (chá) de Feijão carioquinha cozido
    50 gr de bacon picado
    quanto baste de cebola em pedaços grandes
    1 dente de alho picado
    1 unidade de tomate picado
    1/2 xícara (chá) de farinha de mandioca crua
    1/2 xícara (chá) de farinha de milho amarela
    quanto baste de sal
    quanto baste de pimenta-do-reino branca
    quanto baste de azeite

    Acompanhamento

    4 unidades de bisteca suína grelhadas
    1/2 maço de couve manteiga refogada
    quanto baste de lingüiça calabresa defumada frita
    4 unidades de ovos fritos
    4 unidades de bananas à milanesa
    quanto baste de Arroz cozido

    Modo de preparo

    Bata metade do feijão no liquidificador e junte com a outra metade sem bater e reserve.
    Refogue a cebola, o bacon e o alho até amolecer, junte o tomate e refogue mais um pouco. Acrescente o feijão e refogue até incorporar todos os temperos. Adicione aos poucos a farinha de mandioca e milho, mexendo até dar o ponto desejado.

    Deleite-se!!!

    Aprecie sem moderação!!! e sem culpa!!!