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    domingo, 25 de março de 2012

    “O Homem É Aquilo Que Come”

    A frase, atribuída a Hipócrates (filósofo grego considerado o Pai da Medicina) diz muita verdade de maneira implícita.  Nos primórdios da humanidade, o Homem (sentido de ser humano) basicamente se alimentava de frutos que encontrava na mata, era um mamífero que após seu desmame se tornara praticamente herbívoro. 

    Por volta do 10º milénio a.C, ou seja, há cerca de 12 mil anos, no Período Mesolitico, deram-se várias transformações climáticas,que viriam a criar condições favoráveis para a prática da agricultura e criação de animais. A invenção da agricultura ocorreu nos vales férteis dos grandes rios do Oriente Próximo, em uma região chamada Crescente fértil.

    No 8º milénio a.C já se cultivavam cereais como trigo e cevada. O feijão, o milho e o arroz foram das primeiras culturas que o Homem realizou. Na mesma época animais como o cão, o carneiro ou a cabra já eram domesticados. O Homem passou assim de nômade a agricultor e pastor.

    Cria-se, assim, um novo tipo de economia, chamada de economia de produção, em que os seres humanos já sabem produzir os alimentos necessários à sua sobrevivência, graças à criação de animais e ao cultivo da terra.

    Com a criação de animais e a agricultura, o Homem sentiu necessidade de se fixar a um lugar. Surgiram assim as primeiras aldeias, normalmente junto ou próximas dos grandes rios como o Nilo, Eufrates, Tigre ou Jordão, devido à necessidade de água para regar e fertilizar os campos. No entanto há também aldeias em planaltos, na Anatólia.

    Com a criação das aldeias e com uma nova economia, surgiu a chamada divisão do trabalho e a diferenciação social. Estes dois novos tipos de sobrevivência baseavam-se no sexo e na idade: os mais velhos exerciam a autoridade sobre os mais novos. Enquanto que os homens se dedicavam aos rebanhos e à caça, as mulheres praticavam a agricultura e encarregavam-se das tarefas domésticas.

    Com a criação dos aldeamentos, a população cresceu. A medida que isso aconteceu, as tarefas e a divisão do trabalho foram-se tornando mais complexas. Enquanto que uns produziam e cuidavam do gado e da terra, outros dedicavam-se à criação de vestuário e à defesa do território. Assim, os guerreiros, curandeiros e sacerdotes passaram a ter mais autoridade sobre os outros, destacando assim a diferenciação social.

    Ou seja, à medida que o Homem aprendeu a fazer suas ferramentas, na Idade da Pedra Lascada – Período Neolítico, ele aprendeu também como caçar, depois como criar os animais para sua subsistência e a cultivar os vegetais para a elaboração de comida melhor, diversificando seu paladar e hábitos alimentares.

    Deixou, por fim, de ser nômade e passou a viver fixo em uma região e a ter a divisão social de território e de responsabilidades.

    Portanto, podemos dizer que a comida que o Homem consome tem muito a ver com seu tipo de vida, sua qualidade de vida e sua complexidade de vida. 

    A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12.000 a.C. Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

    No mundo Ocidental, a mitologia Grega atribui a descoberta do queijo a um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia. Os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam.

    Em Roma, elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

    Descobriu-se que o queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. Foi na Idade Média que começou-se a fabricação de queijos finos que ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

    Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

    Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. 

    Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

    Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

     
    Classificação dos Queijos - Definição
    Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.
    Queijo fresco
    Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.
    Queijo maturado
    Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.
    A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.
    Classificação
    A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.
    Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

    Extra Gordo ou Duplo Creme:
    quando contenham o mínimo de 60%.
    Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.
    Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.
    Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.
    Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.
    Exemplo:
    Gordura do queijo: 28%
    Extrato seco total (EST): 50%
    Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST
    Quanto ao conteúdo de umidade
    Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).
    Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).
    Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).
    Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).
    Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:
    • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
    • Queijos de muita alta umidade.

    sábado, 28 de janeiro de 2012

    Promoção - Desafio do Chef


    Você tem boas ideias?  E boas receitas?  E ambas combinadas?  Tem???

    Então porque não me manda?

    Já pensou em ter uma receita sua publicada em um livro?

    Sabia que sua ideia original de receita, ou mesmo aquela receita que você tem na família deste tempos ancestrais e que todos gostam pode ser publicada em um livro?  É isto mesmo, após ter lançado um livro sobre vinhos, agora me dedico ao lançamento de 3 livros de gastronomia para este semestre e se sua receita for selecionada será publicada em um capítulo exclusivo e com créditos dedicados à você!

    Para participar é muito simples.  Basta seguir estes passos:


    As melhores receitas, serão destaque do livro que será lançado no dia dos Pais.


    quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

    Uma Boa Lição Sobre: "COMO MOSTRAR AO CLIENTE QUE ELE É IMPORTANTE!"

    Saborosas saudações, amigos (as).

    Vocês irão estranhar, mas hoje, o que me motiva a escrever é um fato ocorrido no dia de ontem (10/01/2012).

    Não sei se todos sabem, mas eu possuo um website no domínio: www.chefdanilobueno.com.br que ainda não foi divulgado, pois está sendo estruturado para oferecer a todos desde uma simples receita e abrigar este blog até mesmo uma loja especializada em vinhos e gastronomia e também fornecer cursos nas áreas de vinho e alta gastronomia, tudo isto online.

    Pensando e planejando tudo isto, em meados do início de 2011 eu encontrei a HostNet (http://www.hostnet.com.br) uma empresa provedora de soluções e presença em internet, ou seja, além dela hospedar o seu domínio e o seu site, oferece uma série de serviços para desenvolver o seu negócio através da Web.  Bem, o fato é que identifiquei neles as duas ferramentas mais importantes para mim, para que eu pudesse colocar em prática todo este meu projeto e passei praticamente um ano pagando e subusufruindo daquele pacote que eu contratei.

    Para minha surpresa - e digo isso em um tom desagradável, pois foi como eu me sentí no momento - no dia de ontem ao entrar em meu painel de administração do site para iniciar a implementação de uma destas ferramentas, notei que esta havia sido removida e quando realizei o primeiro contato com o atendimento via chat, sentí-me ainda pior por ver que não estavam podendo atender a minha demanda por estar além da alçada deles.

    Bem, como um consumidor de serviços que se encontrava indignado naquele momento, recorri ao serviço de protocolo de reclamações em um site chamado: Reclame Aqui.  Mas, confesso a todos que não esperava receber qualquer atenção por parte da empresa.

    Para minha surpresa - e digo isto em tom de alegria - não havia passado nem 10 minutos, o Sr. Kauê, diretor da empresa HostNet ligou-me em pessoa para explicar o motivo que havia ocorrido para que eles retirassem aquele serviço de meu pacote, pediu-me desculpas pelo fato ter ocorrido e não haver tomado ciência por parte da equipe mas que ele sugeriria uma alteração de meu plano para um Upgrade (ou seja, me colocaria em um plano superior) para que eu pudesse usufruir do serviço que motivara a minha contratação, com ainda recursos superiores adicionais e - pasmem - mantendo o valor que eu pago atualmente, sem qualquer ônus e por tempo ilimitado.

    O que eu posso falar sobre isso?

    Nunca presenciei de nenhuma empresa tal comportamento, sobretudo um que buscasse entender a questão do lado do cliente/consumidor muito menos com tal agilidade, educação, profissionalismo e comprometimento com o cliente.

    O que eu tenho a dizer sobre o que ocorreu e sobre a HostNet é: "Vocês estão de parabéns, em especial o Sr. Kauê! Converteram um cliente insatisfeito e que estava disposto a trocar de provedor em um "discípulo", um profundo admirador pelo modo como vocês trataram esta questão. Muito obrigado."

    E quero deixar registrado, também, que por esta experiência que tive que eu INDICO e RECOMENDO a HostNet como seu parceiro em soluções para negócios em internet.

    É esta a experiência que desejo compartilhar com todos.

    Abraços

    domingo, 18 de dezembro de 2011

    De país do futebol ao ícone do país da vergonha, isto é Brasil!

    Saborosas Saudações, amigos (as).

    Peço licença a todos vocês para tratar de um assunto diferente ao que eu trato aqui, falarei um pouco de futebol.  Embora motivado pela partida entre Santos e Barcelona, quero deixar bem claro que sou Palmeirensee que portanto, não torcí nem por um ou por outro, apenas me importei com o bom futebol.

    Vimos o contraste entre o futebol de resultado (e também espetacular) contra o futebol despreparado, de momento e embasado no talento individual.  Mas, isto não ocorre apenas no mundo esportivo ou no futebol em especial.  Infelizmente isso é da cultura geral do brasileiro.

    Vimos constantemente denúncias contra as engrenagens esportivas, seja dentro dos clubes entre empresários de jogadores e diretoria, seja na esfera das organizações desportivas ou ainda no ministério dos esportes e outros... infelizmente!

    Não é de hoje que sabemos que somos um país sem (infra)estrutura e isto é generalizado. Transporte ineficiente, mão-de-obra despreparada e desqualificada, educação precária, etc.  Por que deveríamos acreditar que assim também não seria no âmbito desportivo?  Receberemos uma Copa do Mundo e uma Olimpíada e a chuva ainda faz vítimas nas cidades brasileiras, sejam vítimas soterradas, carregadas por enxurradas ou simplesmente presas em alagamentos e nosso Ministro diz que isso continuará acontecendo porque não estamos tecnologicamente preparados para a previsão ou mesmo para o planejamento de planos emergenciais.

    Há um tempo atrás, ouví pelo rádio que fora realizada uma simulação sobre o tempo que o turista levará, em São Paulo, para se deslocar da área dos hotéis (zona sul) até o “Itaquerão” (zona leste).  Bem, nesta simulação, em situação normal (ou seja, sem este evento acontecendo) o turista gastaria 3h15 min. só para sair da zona sul e ir até a zona leste, fora o retorno  e ele gastaria em torno de R$ 400,00 de táxi (lembre-se, sem haver qualquer evento grandioso). Afinal, ficará o turista refém dos táxis, pois não temos transporte de qualidade que ligue todas as zonas urbanas paulistanas.

    Vamos falar da hotelaria.

    Bem, a hotelaria está razoavelmente profissionalizada, mas não de acordo com os padrões internacionais de qualidade – e ninguém investe neste quesito – fora o número de unidades hoteleiras insuficientes (entenda-se apartamentos de hotéis).

    Na gastronomia, então... melhor nem mencionarmos!

    Segundo uma notícia que lí em agosto deste ano no jornal Metro, 7 em cada 10 restaurantes da cidade de São Paulo não atendem as normas de Vigilância Sanitária, tendo situação precária e oferecendo riscos ao consumidor de restaurantes. E aí, o que dizer disso?

    Acham que algo mudará?

    Como vocês bem sabem, eu trabalho diretamente com a reciclagem e qualificação de profissionais da área gastronômica, sem dizer da consultoria para restaurantes e hotéis e sabem qual é a principal preocupação deles? Em receber um serviço barato e rápido, pois não querem investir, mas apenas divulgar que este ou aquele restaurante teve o seu cardápio trabalhado pelo Chef. 

    Não pensam em aprimorar a qualidade dos serviços de seus funcionários, em capacitá-los. Sabem por quê? Porque como as relações de trabalho na maioria dos restaurantes não é boa, há uma grande taxa de “turn over” ou seja, troca-se muito rapidamente de profissionais.

    Claro, a lógica deste país é de se empurrar com a barriga, de ter-se lucro acima de qualquer outro interesse e independentemente do meio!

    Deixamos de ser o país da esperança há muito tempo, somos, infelizmente o país da vergonha!

    E o futebol, é apenas um reflexo da sociedade.

    Isso é lamentável!

    quarta-feira, 23 de novembro de 2011

    Risotto de Maçãs e Sementes de Romã

    Prezados amigos e amigas. 

    Saborosas saudações a todos!

    Esta é uma ótima opção para as festividades de fim-de-ano.  Estamos em novembro e devemos ir planejando a recepção para nossos amigos e parentes, afinal é um período de confraternização universal!

    Nesta época renovamos nossas esperanças em um futuro melhor, fazemos novos planos profissionais, pessoais, promessas de deixar de fumar, para emagrecer, etc.  E muitas pessoas procuram um fruto que, garantem os místicos, é símbolo de prosperidade para todo o ano: a Romã.

    Isso mesmo, a Romã é símbolo de prosperidade e riqueza e todos os que acreditam em seu misticismo andam com suas sementes nos bolsos ou na carteira na virada do ano.  Sem entrar no valor do mérito, a Romã é um fruto exótico, que tem efeitos vasculares benéficos à saúde (principalmente na saúde sexual).

    Reservadas todas as considerações acerca das sementes da Romã, que está sempre presente nas festas de Réveillon, este prato confere uma excentricidade e originalidade.

    Pensando em aproveitar melhor o potencial deste fruto e acrescentar um charme a mais na mesa de fim-de-ano, apresento a vocês um prato que com toda certeza agradará e muito por sua originalidade e refrescância:

    O Risotto de Maçãs e de Romã. 

    Além de conferir sabor suave e delicado, é também refrescante (devidamente apropriado para o verão) sem deixar de mencionar que lida diretamente com uma das superstições mais conhecidas do Ano Novo.

    Desejo que todos apreciem.

    Vale a pena conferir esta receita, bem como executá-la para seus convidados de Réveillon.


    Receita: Risotto de Maçãs e Romã
    Categoria: Principal
    Subcategoria: Prato Típico

    Ingredientes (para 4 pessoas):


    320 g de arroz carnaroli
    2 maçãs
    2 romãs
    2 cebolas
    8 folhas de sálvia
    3 cravos
    40 g de manteiga
    1 taça de vinho branco seco
    1 litro de caldo de galinha
    1/2 colher de café de pimenta malagueta em pó
    sal o quanto baste


    Modo de preparo:


    Descasque a cebola e corte-a em pedaços graúdos. Derreta a manteiga numa panela e refogue a cebola, a sálvia bem lavada e os cravos. Após 5 minutos, acrescente o arroz e deixe-o tostar até que esteja translúcido, mexendo bem. Junte o vinho e deixe evaporar completamente.


    Despeje 1 concha de caldo fervente e deixe cozinhar o arroz, adicionando mais caldo quando a porção anterior tiver sido absorvida. Mexa freqüentemente. Depois de cerca de 10 minutos, coloque as maçãs lavadas, descascadas e cortadas em cubinhos. Cozinhe por mais 5 ou 6 minutos.


    Esprema uma das romãs para extrair o suco e retire as sementes da outra. Quando o arroz estiver cozido, junte o suco, as sementes de romã e a pimenta. Divida em pratos individuais e sirva quente.


    Une Bon Accord
    Sirva com um branco fresco ou um espumante rosê.

    Saúde e bom apetite!



    Chef Danilo Bueno
    Chef Danilo Bueno
    Chef Danilo Bueno


    Chef de Cozinha Internacional, Sommelier e Escritor Literário
    Presta serviços de consultoria à Hotéis, Restaurantes e Similares em todo território nacional.
    Ministra aulas de vinhos e gastronomia individualmente ou em grupos
    ou para grupos.website: www.chefdanilobueno.com.br
    Contatos pelo email: contato@chefdanilobueno.com.br